Megan não foi a estrela do time americano apenas no Estádio, ela foi uma voz ativa em favor das jogadoras fora do campo também.

Ela exigiu salários iguais para o time feminino – mas também usou sua plataforma para falar que questões de justiça social, incluindo pontos sobre os quais a opinião pública americana está profundamente dividida.

Ela foi uma das primeiras atletas americanas proeminentes a se ajoelhar durante o hino nacional – o gesto é usado por atletas para protestar contra os altos índices de violência policial, especialmente contra negros.

Na França, ela ficou de pé durante o hino, mas não colocou a mão no coração.

Durante a Copa do Mundo, um vídeo antigo de Megan dizendo “eu não vou para a [xingamento] da Casa Branca” voltou a ser compartilhado.

Times vencedores são com frequência convidados para a Casa Branca – um honra que Megan aceitou em 2015, quando seu time venceu a Copa do Mundo e Barack Obama era presidente.

O atual presente dos EUA, Donald Trump, não gostou dos comentários da atleta.

Atletas do sexo masculino podem ser impertinentes e bater no peito com orgulho, diz Morris, mas como Megan é uma mulher lésbica de cabelo rosa disposta a desafiar o presidente Donald Trump, acaba sendo surpreendente para pessoas que nunca encontraram alguém como ela.
Durante a Copa do Mundo, um vídeo antigo de Megan dizendo “eu não vou para a [xingamento] da Casa Branca” voltou a ser compartilhado.

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Fonte: https://g1.globo.com